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Revista Novos Estudos - Contents

Edição 85

Dezembro d 2009

ARTIGOS

Modernidade Medieval: cidadania e urbanismo na era global

Resumo

Este artigo examina formas de cidadania associadas ao urbanismo contemporâneo. Concentra‑se em três espaços paradigmáticos: o enclave fechado, a ocupação regulamentada e o campo. Os autores argumentam que a paisagem formada pela cidadania urbana é crescentemente fragmentada e dividida. Essas geografias são constituídas por soberanias múltiplas e concorrentes que, quando exercidas sobre o território, dão origem a feudos de regulação ou a zonas "sem lei". A fim de entender essas práticas, os autores empregam o quadro conceitual da "cidade medieval". O uso da história como teoria joga luz em tipos particulares de cidadania urbana, tais como a "cidade livre" ou o "bairro étnico", presentes em diferentes momentos do medievalismo e que guardam semelhanças com processos atuais.

A renovação do interesse pelas cidades marcou o início do novo século. O século XXI será um século urbano, quando mais pessoas viverão em cidades do que em qualquer outro tipo de formação espacial. Há o temor de que grande parte desse processo de urbanização se dê nas cidades do Sul global, cidades que têm sido caracterizadas pelo hipercrescimento. Para além da hipérbole demográfica,há também a constatação de que as cidades são os locais centrais de administração e controle do capitalismo global contemporâneo. Os teóricos da “cidade global” retratam uma ecologia da globalização que é essencialmente uma hierarquia de cidades e que pode ser entendida tanto como um argumento darwinista sobre a “sobrevivência do mais apto” quanto como uma análise durkheimiana da divisão do trabalho. Aceite‐se ou não tais mapeamentos ecológicos da globalização, o tema persiste: apesar do discurso da desterritorialização, as cidades e seus territórios ainda importam.

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