logo novos estudos
sobre a novos estudos
e-mail: senha:
Busca
Acesso livre Todas as edições Conteudo virtual Envie seu artigo Ensaio visual
Última Edição
   84 - Agosto de 2009
Capa
Índice
Seções
  - Ensaio
  - Dossiê
  - Livros
  - Artigos
  - Críticas
  - Entrevistas
Índice
Site - Março de 2009
Marcos Nobre fala sobre o papel do PMDB na política brasileira
Autor: Ana Clara Ferrari
Em fevereiro deste ano, o PMDB reocupou as duas presidências das casas legislativas do Brasil. Este fenômeno -- do mesmo partido ocupar estas duas cadeiras -- não acontece desde 1991, quando o próprio PMDB também conseguiu tal façanha.
O partido possui as maiores bancadas do Congresso, foi o que mais cresceu nas últimas eleições e, desde 1985, tem feito pelo menos uma das presidências da Casa.
Não obstante, seu principal líder, José Sarney, foi quem promulgou -- então presidente da República -- a Constituição de 1988, uma das mais aclamadas constituições brasileiras, porém menos cumpridas.
Para falar sobre o partido com este peso no país e sua influência na política nacional, o filósofo e pesquisador Marcos Nobre, autor de um artigo recente sobre a Constituição de 88, é entrevistado por Haroldo Sereza, da UOL, e Flávio Moura, da Novos Estudos.


TEXTOS SELECIONADOS
Por dentro do estado de São Paulo - (Salvadori Dedecca) Em face das tendências de interiorização observadas nas últimas décadas, quais são as dimensões mais relevantes que caracterizam ou não a heterogeneidade intra-regional no Estado de São Paulo.
Matriz energética - Uma prospectiva (Tolmasquim, Guerreiro e Gorini) O artigo apresenta uma prospectiva do setor energético brasileiro para o período 2005-30. As projeções apontam que o consumo de energia crescerá a taxas superiores às das últimas décadas e que a expansão da oferta energética poderá superar o dobro da atual capacidade instalada em todos os segmentos, especialmente os de petróleo, gás natural, etanol e eletricidade.
A lógica da corrupção - Um olhar psicanalítico (Marion Minerbo) O processo de corrupção tem início quando o representante da instituição sustenta simultaneamente duas lógicas excludentes, referidas à esfera pública e privada. A integridade moral é a recusa em sustentar essa contradição, obrigando o sujeito a uma renúncia, quer da sua posição pública, quer de seus interesses pessoais.
Pulso Comunicação
Sobre a novos estudos | Expediente | Contato | Assine! | Acesso livre | Todas as edições | Conteúdo virtual | Envie seu artigo | Adquira um exemplar